quarta-feira, julho 27, 2005

Eu sabia!

"Se é verdade que a maior parte dos espécimes coreográficos Portugueses exibe uma configuração tonal, encontramos outros (...) que parecem guardar traços de primitiva configuração modal" ***

Por lo tanto meus amigos, temos é que voltar aos modos, a essência e a diversidade da música de raiz tradicional reside na música modal. Nós nos arranjos da música de baile "modalizamos" a coisa, o que agora está legitimado pelos intelectuais do assunto. Mas há mais:

"Pelo que toca aos Celtas, finalmente, não encontro nos cantos luso-galaicos qualquer carácter especial que se lhes deva atribuir. É certo que pouco ou nada se conhece da música celta, mas (...) ela nada poderia ter de afinidade com a música dos velhos gregos." ***

Mais um mito que cai por terra. Lá se vão os pés de barro dos intercélticos que medram por todos os cantos do país e arredores. Pois, nós é mais música de raizes gregas, visigóticas e tal.

*** Retirado do livro de José Bettencourt da Câmara, "O essencial sobre a música tradicional Portuguesa", Imprensa Nacional - Casa da Moeda

3 comentários:

Tiago Esteves disse...

Mais nada!

Paulo disse...

Vou fundar um novo movimento: o Movimento hiper-dórico realista (Mhi-Dor). Músico que queira juntar-se ao Mhi-Dor tem que tocar pelo menos 5 modos diferentes. E nada de paleativos gregorianos; viva os Velhos Gregos!

Roberto Iza Valdes disse...
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